Eu odeio calor.
Nos últimos tempos eu nunca tenho fome e vontade de comer simultaneamente.
Eu tenho enxaquecas quase que semanais que podem durar horas ou dias.
Eu sou apaixonada por Londres mesmo sem ter ido lá.
Minha biografia preferida é a da Maria Antonieta. Não que eu tenha lido tantas biografias.
Eu fico muito sarcástica quando estou profundamente irritada.
Eu fico muito sarcástica quando estou extremamente feliz. E fico boba também.
Eu tenho TDA (Transtorno do Déficit de Atenção) e paguei caro durante os 22 anos da minha vida por isso. Agora eu tomo remédios.
Eu já tive depressão, iniciei síndrome do pânico e hipocondria. Hoje eu estou longe dessas 3 coisinhas apavorantes.
Eu pesava 52 kg em fevereiro, 58 em agosto e 56,5 agora. Gosto mesmo é do número 54.
Eu me sinto culpada por estar lendo pouco, escrevendo pouco (poucos contos, poesias, etc. porque texto publicitário, todo dia).
Eu sou louca por sapatos. E bolsas. Ah, ok, eu sou uma mulher normal.
Eu quero fazer ballet mas tô morrendo de medo de isso só me arrumar contraturas musculares.
Depois que parei de tomar Roacutan, minha boca nunca voltou a ser 100% e continua com ressecamentos, tanto labiais quanto na mucosa. É chato demais.
No dia que meu bisavô faleceu, num fim de tarde, eu estava sozinha em casa e quando soube, entrei dentro do guarda-roupa para chorar. Lembrei que quando eu tinha 3 anos ele me levava pra andar a cavalo na fazenda.
Eu detesto praia cheia demais, carnaval e farofagens.
Quando estou muito preocupada ou estressada e divido essas coisas com as pessoas, eu acabo entrando em pânico de uma vez e fico mais acuada. Deve ser por estar ouvindo a catástrofe sair da minha boca e encarar.
Eu sinto que melhorei muito na questão procrastinação. Mas ainda preciso evoluir mais.
Eu sou bagunceira, mas sei onde as coisas estão na minha bagunça... se niguém mexer nela.
Eu sinto falta de apoio e ajuda às vezes, ainda que meramente moral, e acho o mundo e as pessoas muito cruéis, frias, calculistas, egoístas e egocêntricas. O mundo é um lugar feio e eu tenho medo dele. Pelo menos eu tenho coragem de admitir. Mas eu sei que eu não posso ter medo dele, então eu tento continuar.

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