Como diria o sábio John Lennon, “living is easy with eyes closed”. E, realmente, só não enxergando o mundo com todos os seus significados, como uma criança, pode-se achar fácil e indolor viver. Não que isso tudo seja ruim. Olhando de uma forma positiva, é tudo absolutamente fascinante.
Sério, eu ainda fico intrigada e fascinada com as pessoas que me cercam, as situações, as reações. As formas diferentes com que cada uma delas lida com a vida, com o tempo. O modo como duas pessoas aparentemente tão parecidas podem divergir em absoluto sobre um determinado assunto, ao passo que pessoas visivelmente inversas podem agir da mesma forma diante de uma situação.
Eu não quero fechar meus olhos. Prefiro mantê-los bem abertos, observadores. Mas também não quero admitir que fechá-los seja a única forma “fácil” de viver.
Pensando nisso, decidi que, para mim, é época de transformar.
Transformar dor em aprendizado, raiva em força, inquietações em vontade. Transformar colegas em amigos, amigos em melhores amigos, antigos incômodos em novas distrações. Riscos em desafios, solidão em independência, sonhos em possibilidades. E por aí vai.
Afinal, tudo só depende da forma como você encara as coisas. Principalmente as lições. Quando falo em lições, não me refiro apenas a momentos difíceis. Vejo que momentos de sorrisos podem ser grandes lições também.
São essas as aulas que me interessam agora.
“Strawberry Fields forever...”

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